Estava preparando o almoço quando minha filha veio ajudar-me.Enquanto secava uma louça comentou:"lembra mãe, que eu não gostava de secar louça? E hoje eu gosto!" Aí eu viajei em pensamentos! Quantas coisas fazemos que não gostamos. Quantas coisas gostamos e não podemos fazer. Quantas coisas precisamos fazer quando somos mais jovens e dizemos:"não sei, ou não posso ou não tenho tempo. E quando jovens há mais tempo podemos com satisfação e prazer dizer: claro que sei, claro que posso, claro que tenho tempo. Boas idades, boas épocas, boas maturidades! Cada coisa na sua devida época. Cada coisa com o seu rítmo certo. Cada coisa no seu devido lugar. Quando mais jovens não temos tempo para nada e, quando temos ele é muito curto para tanta coisa. Também nada sabemos fazer e mesmo que soubéssemos, não há interesse em aprender, porque há muito tempo para isso. Quando mais maduros somos mais organizados, sábios, pacientes,aprendizes e professores. Com orgulho declaramos que sabemos tudo e mostramos o que sabemos. Temos todo o tempo do mundo e se faltar, dormimos menos e arrumamos mais tempo... Bem, o tempo, por ser um pouco mais sábio, sabe que o homem é como o vinho, quanto mais velho melhor! Então, por que ter tanto medo de envelhecer? Por que tanto medo das rugas? Por que tanto medo da maturidade? Porque traz sabedoria,conhecimento,prazer,cultura,paciência, tempo... Tempo para poder ter. Tempo para conhecer. Tempo para poder ser. Ser melhor. Ser mais sábio. Ser mais maduro!
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Saudades!
Quero prestar minhas homenagens a Monteiro Lobato. Cresci assistindo o Sítio do Picapau Amarelo na televisão. E os primeiros livros que li foram da coleção de Monteiro Lobato. Ele era um contista, ensaista , tradutor e grande nome da literatura brasileira. Nasceu em Taubaté, interior de São Paulo em 1882 e faleceu em 1948. Formado em Direito, atuou como promotor público até tornar-se fazendeiro, após receber uma herança deixada pelo avô. Diante disso tornou-se escritor. Entendemos, então, a origem da história do sítio do picapau amarelo e de seus personagens. Lobato foi o precursor da literatura infantil no Brasil e os personagens mais famosos foram: Emília,Pedrinho,Narizinho,Cuca,Visconde de Sabugosa,Saci-Pererê, entre outros. Sinto saudades de programas cheios de fantasias, fadas, princesas, bruxas e mundos encantados...Para Monteiro Lobato tiro meu chapéu!
Vinde a mim!
Santa Teresa d'Ávila escreveu: "Lembre-se: o senhor nos convidou a todos e - como Ele é a pura verdade - não podemos duvidar deste convite". Ele disse: "Vinde a mim os que estão com sede, e eu lhes darei de beber." "Se o convite não fosse para cada um de nós, o Senhor teria dito: "Vinde a mim todos os que quiserem, porque vocês não têm nada a perder. Mas eu darei de beber apenas àqueles que estão preparados." "Ele não impôs qualquer condição. Basta caminhar e querer, e todos receberão a Água Viva do seu amor". -Maktub- Paulo Coelho -
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Poemas/Poesias
A VIDA
Poema lírico-juvenil
Emile Brontë
A vida, acredita, não é um sonho
Tão negro quanto os sábios dizem ser.
Frequentemente uma manhã cinzenta
Prenuncia uma tarde agradável e soalhenta.
Às vezes há nuvens sombrias
Mas é apenas em certos dias;
Se a chuvada faz as rosas florir
Ó porquê lamentar e não sorrir?
Rapidamente, alegremente
As soalhentas horas da vida vão passando
Agradecidamente, animadamente
Goza-as enquanto vão voando.
E quando por vezes a Morte aparece
E consigo o que de Melhor temos desaparece?
E quando a dor se aprofunda
E a esperança vencida se afunda?
Oh, mesmo então a esperança há-de renascer,
Inconquistável, sem nunca morrer.
Alegre com a sua asa dourada
Suficientemente forte para nos fazer sentir bem
Corajosamente, sem medo de nada
Enfrenta o dia do julgamento que vem.
Porque gloriosamente, vitoriosamente
Pode a coragem o desespero vencer.
Emile Bronte, 1818-48, escritora inglês, Life
Poema lírico-juvenil
Emile Brontë
A vida, acredita, não é um sonho
Tão negro quanto os sábios dizem ser.
Frequentemente uma manhã cinzenta
Prenuncia uma tarde agradável e soalhenta.
Às vezes há nuvens sombrias
Mas é apenas em certos dias;
Se a chuvada faz as rosas florir
Ó porquê lamentar e não sorrir?
Rapidamente, alegremente
As soalhentas horas da vida vão passando
Agradecidamente, animadamente
Goza-as enquanto vão voando.
E quando por vezes a Morte aparece
E consigo o que de Melhor temos desaparece?
E quando a dor se aprofunda
E a esperança vencida se afunda?
Oh, mesmo então a esperança há-de renascer,
Inconquistável, sem nunca morrer.
Alegre com a sua asa dourada
Suficientemente forte para nos fazer sentir bem
Corajosamente, sem medo de nada
Enfrenta o dia do julgamento que vem.
Porque gloriosamente, vitoriosamente
Pode a coragem o desespero vencer.
Emile Bronte, 1818-48, escritora inglês, Life
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