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domingo, 16 de setembro de 2012

Memórias e sonhos... - Forum Espirita

Memórias são como folhas

que dançam e viajam ao sopro do vento,

revelando cores e formas latentes, 

nos  átomos que dançaram em hologramas nas sementes,...

trazidos do cosmos, de cada nota onde pulsou um sonho,

um olhar na imensidão dos mistérios e histórias vividas,

sonhadas e ainda não reveladas.

Na contemplação da árvore que abriga cada sonho,

cada página solta em folhas,

um novo sonho, num só único holograma...

Numa só semente que envolve todas,

onde nasceram árvores, com suas folhas,

nas diversas cores, matizes e formas...

Na cor e vibrações das notas que vão compondo 

a imagem que brota nesta  semente,

viaja  todo o ser,

que se mescla agora na imensidão dos mistérios...


(Silvana Vignini  – 11 de Setembro de 2012)


http://fcperini.com/?page_id=2386



Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/mensagens-de-animo/memorias-e-sonhos/#ixzz26dj6tl1Y

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Olhem meu corpo

Olhem meu corpo e pensem:
Quantos espaços alcançam meus braços?
Quantos metros andam minhas pernas?
Talvez aí estejam meus limites.
Talvez aí estejam minhas finitudes.
Bem se falam de altitudes e latitudes.
Estes chegares da ciência e do avanço.
Eu estou no lugar que posso.
Eu estou no lugar que alcanço.
                                Ulisses Tavares

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

E então vieram os Flashes!

Estou aqui e estou inteira. E eu sei porquê! Tudo é novo! E aos poucos estou colocando cada coisa no seu devido lugar! Olhem para meus olhos e me "escrevam", me respondam: Quem sou eu agora? Ando com manias, esquisitices, humores variados, alegrias, tristezas, solidões... Não! Ando comigo, com você, com o mundo! Ando repartindo, dividindo, compartilhando! Meu coração já não é o mesmo, está querendo ir, viajar, saltar, plugar...vocês conhecem os meus segredos? Compreendem as ondas dos meus sentimentos? Que ora navegam na ansiedade, no medo, na curiosidade, na alegria. Que ora despertam risos, que ora derramam lágrimas. Aqui vocês me escutam. Juntos nós mantemos contato e uma troca, um ir e vir. Já não existe mais solidão! Aqui neste espaço não sou criança, nem adulto. Sou aluno, talvez "estrela do amanhã" e "luz do infinito". Hoje meu ritmo é alucinante porque aqui eu viajo, assim como o ritmo das minhas mudanças é de enlouquecer. Cada mudança se transforma em um "flash". Hoje, guardo muitos "flashes". São minhas conquistas e minhas vitórias!  Rosane



sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Poemas/Poesias

A VIDA


Poema lírico-juvenil

Emile Brontë

A vida, acredita, não é um sonho

Tão negro quanto os sábios dizem ser.

Frequentemente uma manhã cinzenta

Prenuncia uma tarde agradável e soalhenta.



Às vezes há nuvens sombrias

Mas é apenas em certos dias;

Se a chuvada faz as rosas florir

Ó porquê lamentar e não sorrir?



Rapidamente, alegremente

As soalhentas horas da vida vão passando

Agradecidamente, animadamente

Goza-as enquanto vão voando.



E quando por vezes a Morte aparece

E consigo o que de Melhor temos desaparece?

E quando a dor se aprofunda

E a esperança vencida se afunda?



Oh, mesmo então a esperança há-de renascer,

Inconquistável, sem nunca morrer.

Alegre com a sua asa dourada

Suficientemente forte para nos fazer sentir bem

Corajosamente, sem medo de nada

Enfrenta o dia do julgamento que vem.

Porque gloriosamente, vitoriosamente

Pode a coragem o desespero vencer.

Emile Bronte, 1818-48, escritora inglês, Life



quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Poemas/Poesias

"Não há outro ofício nem trabalho senão aquele que ensina ao homem a ser um homem. O homem é o que importa. O homem aí, despido sob a noite e diante do mistério, com sua tragédia atrás de si, com sua verdadeira tragédia, com sua única tragédia..., a que surge, a que se alça quando perguntamos, quando gritamos ao vento: quem sou eu? E o vento responde... E ninguém responde: Quem é o homem?...         Felipe, León, El Poeta prometeico

Poemas

"Como posso explicar?No meu peito um vazio, e no vazio um peso, para eu suportar.E há, também, a tristeza, forçando um pranto, que eu tento abafar. Mas eu fraquejo e permito, esse pranto rolar. Esse pranto não vem. Não consigo chorar. Como posso explicar? Estou sempre contigo, pra tentar te agradar. E,  mesmo assim, ignorado sempre, por ti magoado. Eu nunca consigo, Deixar de te amar. E até acho bom. Como posso explicar?  Autor: Ademir Monteiro